Escrito por Aka Akasaka, autor de Kaguya-sama: Love is War, com arte de Mengo Yokoyari (Kuzu no Honkai), Oshi no Ko acompanha Ai Hoshino, uma idol de 16 anos adorada por seus fãs, que decide fazer uma pausa repentina em sua carreira. Enquanto isso, Gorou Amemiya, um médico do interior e grande admirador da cantora, se prepara para atender uma nova paciente — e descobre que a idol que ele tanto admira está grávida.
Pouco antes do parto, Gorou é assassinado por um fã obcecado. No entanto, sua história não termina ali: ele reencarna como Aquamarine Hoshino, filho de Ai, mantendo as memórias de sua vida passada. Ao seu lado está sua irmã gêmea, Ruby Hoshino, que também carrega um passado inesperado.
A partir desse ponto, a obra abandona qualquer aparência de história leve sobre idols e mergulha em algo muito mais sombrio. Oshi no Ko vai além do glamour do entretenimento, expondo as pressões psicológicas, as mentiras estratégicas, a exploração de imagem e o custo emocional de viver constantemente sob os holofotes. A narrativa revela os bastidores da indústria idol japonesa e da mídia como um todo, mostrando como talento, manipulação e interesses comerciais muitas vezes caminham lado a lado.
Mais do que uma história sobre fama, a obra se transforma em um estudo sobre identidade. Personagens vivem papéis não apenas no palco, mas também na vida real, criando versões idealizadas de si mesmos para sobreviver em um ambiente competitivo e cruel. Nesse cenário, Aqua passa a usar o próprio mundo do entretenimento como ferramenta para investigar o passado e buscar respostas sobre a morte de sua mãe, iniciando uma jornada marcada por frieza, cálculo e obsessão.
Li o mangá inteiro e confesso que não gostei do final, porém, o anime agora está exibindo sua terceira temporada, e está sendo o meu favorito da temporada de janeiro. A produção do anime, tem conseguido deixar a história mais dinâmica, melhorando bastante o mangá, fora que adorei a música de abertura e quero adiciona-lá na minha playlist.
O anime está disponível na Crunchyroll e na Netflix, com dublagem em português.